Uma das matérias que mais tive prazer em realizar, para o jornal O Diário, foi sobre a presença de estrangeiros na cidade. Em dupla com a competente - e divertida - repórter Vanda Munhoz (ríamos muito quando trabalhamos juntos na campanha do Ênio Verri), saímos em campo, com apenas uma dica para encontrar alguns estudantes vindos de Nova Guiné.
Escolhemos um número aleatório no interfone do prédio indicado e um sotaque diferente nos atendeu. A Vanda fez com que ela descesse e, como a sorte estava ao nosso lado, a garota com nome de flor (não me lembro se era Magnólia, Margarida...)avistou e chamou alguns amigos, também estrangeiros, que estavam de bate-papo a alguns metros. A conversa foi longa e precisamos de muito jogo de cintura para convencer os desconfiados africanos e, finalmente, continuar a 'trip' corredor adentro.
Num entra e sai danado, contei pelo menos umas oito pessoas no apartamento. Como a receptividade foi muito boa, me senti em casa. Fui embora com a promessa de voltar um dia desses, no jantar.
Maringá, 9 de janeiro de 2009